As missões podem envolver uma pessoa só, ou uma família inteira. E acaba se tornando um emprego, como o antigo caixeiro viajante, mas não necessariamente é preciso viajar para ser um missionário. A pessoa disposta a difundir sua fé pode o fazer em sua região, em seu estado, país ou até mesmo fora do país. Para ser um missionário é preciso entender o mínimo sobre a Bíblia.
Mas o que as pessoas sempre se perguntam ao saber de algum amigo que foi espalhar a palavra de Deus aos quatro ventos, é até que ponto vale a pena fazer isso? Se a igreja trata isso como um emprego e a família ou a pessoa tem como sobreviver pode-se considerar mais "fácil" viver desta maneira. O que acontece é que em muitos casos, as pessoas abrem mão de suas profissões, sacrificam sua vida e resolvem seguir um dom, um chamado...
Acredito que ser missionário, é mais do que ter vontade de mostrar ao mundo o "seu" Deus, mas sim mostrar que independente do Deus que a pessoa acredite, ele sempre estará ao seu lado. É preciso ter desprendimento das coisas materias pra poder entrar de corpo e alma em uma missão.
A reflexão que proponho é a seguinte: Até que ponto vale a pena sacrificar uma "vida mundana" para difundir sua fé?
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