segunda-feira, 30 de maio de 2011

Post de Encerramento do Blog

Na semana passada, foi proposta uma reflexão através do post “Questionamentos que nos fazem abrir a mente”, no qual pusemos em debate as seguintes questões: A religião deve ter uma enorme influência em nossas vidas porque é assim que deve ser ou essa escolha depende única e exclusivamente de nós mesmos? Esses conflitos entre religião e política/cultura mostram que falta uma separação definitiva entre esses temas ou que eles deveriam continuar interferindo direta ou indiretamente uns nos outros? Será que já não é hora de as religiões se tornarem uma só e acabarem com as diferenças para o bem de seus fiéis?

A partir dessas quatro perguntas que fizemos, 5 pessoas expuseram seus pontos de vista, e três delas acreditam que a escolha do quanto à religião deve influenciar a vida de uma pessoa cabe a ela mesma.

Em relação à segunda pergunta proposta, quatro pessoas são a favor da separação entre Religião, Cultura e Política, pois acham que a interferência pode gerar consequências mais graves no futuro.

E quanto à transformação de todas as religiões em apenas uma, não houve um resultado muito concreto, pois duas pessoas são contra essa ideia por acharem que isso jamais daria certo, uma é a favor que todas as religiões desapareçam, uma outra pessoa realmente acredita que seja possível essa unificação de religiões e a última pessoa a comentar não deixou sua opinião a respeito do assunto.

Bom, por enquanto as atividades deste blog estão encerradas porque o professor vai começar a avaliar o que desenvolvemos aqui ao longo desses quase 2 meses, mas talvez o blog volte a funcionar daqui há algumas.

Esperamos que vocês tenham gostado do nosso blog e que ele tenha cumprido, pelo menos em parte, o objetivo que foi traçado por nós ao batizá-lo de Abertura das Mentes, que era o de estimular a reflexão a partir de nossos textos e, claro, abrir a mente de vocês para novos horizontes.

Muito obrigada por nos visitar e até a próxima,

Equipe do Blog

domingo, 22 de maio de 2011

Questionamentos que nos fazem abrir a mente...

Ao longo dessas 7 semanas, nós debatemos neste blog sobre a ligação entre religião e as diversas situações que fazem parte do nosso cotidiano.
Agora chegou a hora de fazermos uma reflexão a partir de todos os temas que foram abordados aqui com base nas seguintes questões: A religião deve ter uma enorme influência em nossas vidas porque é assim que deve ser ou essa escolha depende única e exclusivamente de nós mesmos? Esses conflitos entre religião e política/cultura mostram que falta uma separação definitiva entre esses temas ou que eles deveriam continuar interferindo direta ou indiretamente uns nos outros? Será que já não é hora de as religiões se tornarem uma só e acabarem com as diferenças para o bem de seus fiéis? Deixe seus comentários, pois sua opinião é extremamente importante para nós!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

CNBB e Bolsonaro: a mania de querer demonstrar uma autoridade que não tem

Parece que a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) nunca vai aceitar os direitos que estão sendo proporcionados aos gays desse país, mas também, o que esperar de uma classe que afirma que usar camisinha e pílula anticoncepcional é pecado?
Primeiro implicou com a permissão para que casais do mesmo sexo adotem crianças que poderiam ficar um bom tempo trancadas em um orfanato (principalmente as maiores) se não fosse pela vontade dessas pessoas de construir uma família, uma vez boa parte dos “casais convencionais” preferem adotar bebês. E não satisfeita com essa história de afirmar que a adoção de crianças por gays é imoral, agora resolveu criticar outra vez uma decisão do Supremo Tribunal Federal.
Dessa vez, o motivo da discórdia é o reconhecimento da união entre homossexuais, pois na visão da CNBB, isso desestabiliza a identidade da família e se torna uma ameaça para ela.
Não é a primeira e nem será a última vez que haverá polêmica envolvendo gays. Nos últimos meses, o deputado Bolsonaro tem dado declarações bastante preconceituosas a respeito de gays e negros. A maior polêmica provocada pelo deputado ocorreu no programa CQC, da Rede Bandeirantes, quando respondeu a uma pergunta feita pela cantora Preta Gil de forma preconceituosa, dando a entender que o fato de um branco (no caso filho dele) namorar uma mulher negra é promiscuidade e atitude de gente sem educação.
Após esse episódio lamentável, esse senhor continuou fazendo críticas abertamente a união de gays e a adoção de crianças por esses casais, o que acabou por alcançar maiores dimensões com a última “ideia genial” do deputado: distribuir panfleto anti-gay em escolas públicas.
Diante de atitudes como essas de Bolsonaro e da CNBB, é possível pensar em algumas questões: Tudo bem que todos têm direito de expor seu ponto de vista, mas que moral tem a CNBB para criticar decisões do Superior Tribunal Federal? E quem é Bolsonaro para criticar a vida particular de Preta Gil? Ela em algum momento pediu a opinião dele sobre sua intimidade?
Dessas três questões propostas por mim, a terceira é a mais fácil de se chegar a uma resposta concreta, pois se ela tivesse que pedir opiniões ou conselhos sobre sua vida particular, com certeza não seria para um deputado racista, homofóbico e além de tudo militar reformado e simpatizante da Ditadura, uma vez que seu pai foi exilado durante essa época sombria na história do país e sua mãe foi presa, torturada e violentada mesmo sem ter envolvimento algum com o movimento comunista.
E você, o que acha da crítica da CNBB às decisões recentes do STJ e das atitudes do Deputado Jair Bolsonaro? Deixe seus comentários!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Meu último Post

Como esse é minha última postagem nesse espaço, queria fazer apenas algumas considerações.
Religião , pelo menos pra mim, é onde você deve depositar a sua fé, sua esperança em dias melhores.
Não importa como esteja sua situação de momento, o que realmente importa é que se tenha algo em que se apoiar quando as coisas realmente estiverem difíceis.
Minha intenção não é fazer com que ninguém siga determinada doutrina religiosa, mas que se lembre sempre que Deus é único para todos, e que não existe, para Ele, divisões entre os povos.

Até breve!!!

sábado, 14 de maio de 2011

Difundir a fé

De acordo com o chamado "pai dos burros", missionário é aquela "pessoa que prega uma religião, com o intuito de converter à sua fé". Estar em uma missão religiosa é fazer uma imersão cultural e tentar impor sua maneira de pensar e acreditar em Deus realizando inclusive trabalhos de promoção social.
As missões podem envolver uma pessoa só, ou uma família inteira. E acaba se tornando um emprego, como o antigo caixeiro viajante, mas não necessariamente é preciso viajar para ser um missionário. A pessoa disposta a difundir sua fé pode o fazer em sua região, em seu estado, país ou até mesmo fora do país. Para ser um missionário é preciso entender o mínimo sobre a Bíblia.
Mas o que as pessoas sempre se perguntam ao saber de algum amigo que foi espalhar a palavra de Deus aos quatro ventos, é até que ponto vale a pena fazer isso? Se a igreja trata isso como um emprego e a família ou a pessoa tem como sobreviver pode-se considerar mais "fácil" viver desta maneira. O que acontece é que em muitos casos, as pessoas abrem mão de suas profissões, sacrificam sua vida e resolvem seguir um dom, um chamado...
Acredito que ser missionário, é mais do que ter vontade de mostrar ao mundo o "seu" Deus, mas sim mostrar que independente do Deus que a pessoa acredite, ele sempre estará ao seu lado. É preciso ter desprendimento das coisas materias pra poder entrar de corpo e alma em uma missão.
A reflexão que proponho é a seguinte: Até que ponto vale a pena sacrificar uma "vida mundana" para difundir sua fé?

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Separação

No passado, o divorcio era proibido no Brasil. As pessoas divorciadas – principalmente as mulheres- eram mal vistas. Em várias novelas que vemos atualmente – chamadas novelas de época- as mães separadas eram chamadas de mãe solteiras e sofriam muito preconceito, que ao passar dos anos foi tornando algo normal na sociedade.
No Islamismo, há casos até mulheres que foram mortas por quererem se separar, uma vez que isso é terminantemente proibido na religião deles

A separação é vista de modo diferente nas religiões.
Há religião que aceita pessoas separadas – mesmo sem saber o motivo de sua separação- para fazer parte da sua igreja. Há religião que a separação é algo muito sério, podendo o membro que se separou ficar sem liberdade.
Qual sua idéia sobre este assunto?
Deixe seu comentário.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Bin Laden, o divisor de águas

Aproximadamente às 23 horas e 55 minutos de Domingo, não só eu como o resto do mundo foi surpreendido por uma notícia que parecia inacreditável depois de tantos anos de procura: Osama Bin Laden, a pedra número 1 no sapato dos Estados Unidos finalmente apareceu, só que morto.

Essa notícia parece até aquelas de e-mail que vem com vírus, mas é verdade, pelo menos até que se prove o contrário. O líder da Al Quaeda foi assassinado quase 10 anos depois liderar os ataques às Torres Gêmeas do World Trade Center, no dia 11 de Setembro de 2001.

Eu sei que parece estranho, mas o que mais me impressiona nessa história, que por sinal está muito mal contada, não é a morte dele e sim a reação das pessoas em relação a isso e, principalmente a maneira como a imprensa está cobrindo esse acontecimento, pois parece que estão falando de uma vitória no esporte e não da morte de um ser humano.

Alguns minutos após a confirmação da morte do Líder Terrorista, o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez um pronunciamento para praticamente todo o mundo. Durante o discurso, ele deixou bem claro o quanto estava feliz com a morte do homem que deixou uma cicatriz incurável nos corações americanos, pois podemos até mesmo afirmar que a história dos Estados Unidos se divide em antes e depois de Osama Bin Laden.

Como se isso não bastasse, às pessoas não têm o menor pudor de declarar publicamente que gostaram da morte de Bin Laden. Um bom exemplo disso é Hebe Camargo, que disse em seu programa dessa semana, na Rede TV, que o terrorista “já foi tarde”. O único problema é que pessoas como essa estrela decadente se esquecem que assim como foi ele que morreu, poderia ser uma pessoa da família delas.

Tudo bem que ele não era uma boa pessoa, matou muitos inocentes e causou muito sofrimento pelo mundo afora, mas é justo comemorar a morte de uma pessoa? Como essas pessoas que hoje falam com alegria da morte desse homem se sentiriam se fossem da família do falecido e vissem demonstrações públicas de felicidade por causa da morte do parente delas?

Porém, apesar de sabermos que a morte de Osama é um fato consumado, algumas perguntas continuam sem resposta (ou tiveram respostas bem estranhas), como por exemplo, Por que jogaram o corpo no mar? Barack Obama teria apressado esse assassinato para melhorar sua popularidade e garantir sua reeleição através de uma bela jogada de marketing? E já que os Estados Unidos está se exibindo tanto com essa sua “vitória”, por qual motivo não divulgaram fotos dele morto?

E também, vamos combinar que aquela desculpa esfarrapada de “não vamos divulgar as fotos para não incitar a violência” pode (e de fato deve) ser classificado como patético, principalmente por essa frase ter saído da boca de um Presidente cujo país que nem ao menos sabe o que são Direitos Humanos, uma vez que já matou tanta gente, invadiu países e os destruiu completamente com base em mentiras em que praticamente o resto do mundo acreditou (Essa justificativa de Obama já levantou até suspeitas de que Bin Laden possa estar vivo).

E por fim, a pergunta que não quer calar porque realmente deveria ser a maior preocupação: Será mesmo que o grupo Al Quaeda não vai fazer nada para vingar morte de seu líder ou estamos nos aproximando cada vez mais do início de uma série de ataques terroristas em caráter de represália ao assassinato de Osama Bin Laden?

E você, o que acha da morte de Bin Laden? Deixe seus comentários!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Papa João Paulo II e o sincretismo religioso

Ontem, em Roma, aconteceu a beatificação do falecido Papa João II. Para os católicos, foi um grande exemplo de fé e carisma, já que em todos os lugares por onde passou, sempre arrastou multidões atrás de si.
Mas uma de suas maiores virtudes foi a aproximação com outras doutrinas, como o budismo e o cristãos ortodoxos. Chegou a afirmar, durante uma visita ao túmulo de Gandhi, que todos eram livres para escolher a religião que quisessem.
Prova do enorme respeito que outros líderes religiosos tinha com ele é que no dia da vigília para a beatificação tinham líderes budistas reunidos em Roma.
Celebrar a união entre diferentes religiões é um dos grandes sonhos da humanidade. Quem dera...