sexta-feira, 29 de abril de 2011

Religiosidade na Adolescência

A fase entre os 12 e 18 anos é marcada por dúvidas e inseguranças de todos os lados. O jovem sempre quer ser aceito no seu meio, mas não sabe como. Muitas vezes acaba indo pro caminho considerado errado. Mas como dizem os pais, que quanto mais vazia está nossa cabeça, pior é. Aí entram os grupos religiosos das igrejas. Em minha cidade, houve uma época que o ponto de encontro dos jovens era uma das antigas igrejas católicas do centro histórico. Quem era “cool” estava lá. Aos sábados, todos compareciam a missa, e depois ficavam na praça. Sem álcool, sem drogas. Apenas conversando, comendo lanches, fazendo amigos. Para os pais, a preocupação com o caminho que seus filhos tinham tomado estava sanada. Eles eram parte deste grupo, por vontade, pela amizade. Muito pouco pela religião. Este costume se perdeu. Os jovens passaram da idade deste grupo de jovens e muitos não se tornaram adultos que praticam o catolicismo.
Em outras religiões, os jovens se reúnem e fazem discussões mais inspiradas em Deus. Aí creio que passe de um grupo de amigos que se reúnem em um salão paroquial, para um grupo de amigos que se reúnem para falar de religiosidade e fazer isso crescer cada dia mais dentro deles.
Não basta fazer parte de um grupo só para se encaixar. Acaba virando uma “tendência”, e religião não deve ser tratada desta maneira, incluindo inclusive modismos. Buscar a auto aceitação em um grupo de jovens religiosos é legal, e lá as pessoas são mais espiritualizadas e mais abertas para te receber.
Mas atenção pais: estes grupos de jovens não são a salvação total para seus filhos, se você acha que eles estão “perdidos na vida”.
Atenção Jovens: se forem ser parte de grupos religiosos de jovens, vão com a vontade de fazer a diferença naquele grupo, e lá deixe sua semente plantada.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

A Morte

A morte é algo que preocupa muitas pessoas e coloca dúvidas do tipo: Como é morrer? Para onde vamos?
Sabemos da existência do céu e do inferno, e que a pessoa que tem boas obras na terra irá para o céu e os que não têm bom intento- ou seja, não fizeram o bem- vai para o inferno e que terá o dia do juízo final – dia que os que estão no céu serão julgados primeiro e depois os que não morreram, ou seja, os que estiverem na terra. Os que forem julgados com más obras irão arder durante mil anos na terra e os com boas obras irão para o céu, onde não terão angústias, tristezas e terão paz eterna-, mesmo sabendo de tudo isso (que é bíblico), e de como será o fim dos tempos que está descrito em apocalipse, mesmo sabendo que de qualquer forma o nosso lugar nesse mundo é passageiro a morte nos amedronta.
Nas religiões a morte é tratada de forma diferente. Há religião que diz que a morte não é o final de tudo, e sim, o começo de um novo plano espiritual. Existe religião que acredita que as pessoas morrem e reencarnam em animais ou em outras pessoas, e há também as que acreditam que a morte é o final de tudo e que não há vida após a morte ou reencarnação.
E você, o que acha ?
Deixe seus comentários.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

A hipocrisia das pessoas em relação à Páscoa

Não é novidade para ninguém que a Páscoa é comemorada todo ano, mas talvez as pessoas se assustem quando descobrem que o grande objetivo dela não é apostar quem gasta mais ou quem ganhou o maior chocolate.

De acordo com o que a religião Católica diz ano após ano, o motivo inicial de se comemorar a Páscoa e respeitar a Semana Santa era o de relembrar a morte, a ressurreição de Cristo e refletir sobre sua vida a partir disso.

Com o passar dos anos, a data se tornou tão banalizada por todos que querem ganhar dinheiro à custa do feriado que a única reflexão que boa parte das pessoas consegue fazer é do por que a Globo está passando “Maria – Mãe do Filho de Deus” em pleno feriado quando deveria reprisar um filme que desse mais audiência!

Aliás, o fato de ser feriado faz com que a Páscoa perca ainda mais seu significado, pois todo mundo vê nesses três “santos” dias anuais do nosso calendário (Quinta, Sexta e Sábado de Aleluia) uma ótima chance para dormir mais um pouco e fazer tudo o que não pode durante sua rotina normal, e não o verdadeiro significado da data.

Entretanto, as perguntas que eu acho que realmente deveríamos nos fazer são: Quando e porque a Páscoa se tornou uma mera ocasião para gastar o dinheiro que às vezes nem se tem? Nunca vamos conseguir fazer as pessoas perceberem que a mídia e o comércio fizeram dessa data apenas mais um feriado fútil? Algum dia as pessoas voltarão a desejar que a Semana Santa chegue para sentir a presença de Jesus Cristo e fazer um balanço da própria vida?

Se você já se fez alguma(s) dessas quatro perguntas ou deseja debater sobre o assunto, deixe seus comentários!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Reflexões...

Entramos na Semana Santa, considerada sagrada pelos católicos por se comemorar (ou relembrar) a paixão e morte de Jesus Cristo. Também por isso, milhares de turistas passam a semana em visita à Jerusalém, palco onde tudo aconteceu.
Nessas horas, diante da grandeza e da beleza do lugar em que Cristo viveu, se esquece, pelo menos por alguns instantes, das diferenças que existem entre as diversas doutrinas religiosas.
Deveria, teoricamente, ser assim sempre, mas muitas vezes questões culturais e até mesmo de fanatismo religioso acabam provocando conflitos desnecessários. Muitos inocentes pagam com a vida pela ignorância de grupos extremistas.
O que todos esperamos é que esta semana nos leve a refletir sobre os nossos valores morais e nos lembremos que Deus é pai de todos os povos, independente de credo religioso.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Até que ponto a religião dos pais influencia a educação das crianças?

Nós crescemos e fomos educados na fé que nossos pais nos passam, e assim ocorreu com eles e provavelmente acontecerá com nossos filhos.
Quando nascemos, se os pais pertencem à religião católica, os filhos são batizados, depois normalmente impõem que eles façam primeira comunhão e crisma, ou seja, somos inseridos naquele meio sem se quer ter opinião se gostamos ou não daquela comunidade.
Em religiões como as igrejas Presbiterianas e de Cristo as pessoas escolhem quando e se serão batizadas. Normalmente se batizam adolescentes e adultos. A fé não é imposta, as crianças crescem no mesmo ambiente religioso que os pais, fazem partes de escolas bíblicas e de grupos de jovens, mas não se obriga o jovem a nada.
Mas a nossa reflexão é a seguinte: até que ponto vale a pena obrigar as crianças a fazerem parte de um certo ambiente religioso? Nem sempre o que é imposto é seguido verdadeiramente. Por isso, acaba que muitas pessoas se consideram de uma certa religião, mas não praticantes.
Será que não está aí à chave para a crescente perca de fiéis da igreja católica, e a migração para outras religiões?

segunda-feira, 11 de abril de 2011

O casamento

Existem dois tipos de casamentos que valem a pena pensarmos, o casamento entre as religiões (quando uma religião tem algo em comum com outra, ou seja, pregam ou baseiam-se nas mesmas idéias) e o casamento homem e mulher (enquanto ser humano).
O casamento, nos traz a idéia de união, divisão de tarefas, sentimentos,modo de pensar, família e entre outros. O que nem sempre podemos definir como um ato que nos traga felicidade, pois a religião muitas vezes junta ou separa pessoas, pelo modo de pensar,agir,praticar.
O que quero dizer é que por mais que duas pessoas se amem, mesmo que seja amor de verdade, as vezes não basta. A religião tem uma grande participação, um grande peso no relacionamento (é claro que para aqueles que a seguem e que dão importância ao pensamento de seus familiares).
Como foi citado no outro post pela amiga Deborah Duarte, muitas vezes a diferença de religião cria uma discriminação entre familiares, e assim tornando uma situação de difícil convivência, pois acarretam milhares de oposições e o que realmente interessa fica por ultimo, o amor. Um exemplo muito explícito é visto na novela "O CLONE", a personagem Jade ( interpretada pela Giovanna Antonelli) e Lucas (interpretado pelo Murilo Benicio), vivem uma paixão às escondidas, proibida, isso acontece devido a imposição feita pela religião mulçumana que Jade segue a risca - para quem não assiste novelas, Jade é mulçumana - e sua religião não aceita o casamento com pessoas de outros costumes,religiões.
Você acha que a religião interfere na união? O que pesa mais em um relacionamento? Deixe seus comentários!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

O amor entre pessoas de religiões diferentes pode dar certo?

Antigamente, o amor entre pessoas de religiões diferentes era um tabu enorme a ser quebrado, mas com o passar do tempo isso foi mudando. Hoje em dia é normal um relacionamento amoroso entre católicos e evangélicos, evangélicos e espíritas ou até mesmo entre um ateu e uma pessoa extremamente religiosa, mas ainda assim podem gerar conflito, pois mesmo que os casais administrem bem essas diferenças, elas nunca vão desaparecer completamente.
Um exemplo clássico de problema por causa de religiões diferentes é a oposição da família. Geralmente, as pessoas mais velhas (quase sempre o pai ou a mãe) não aceitam que seu familiar namore (ou apenas goste de) uma pessoa porque ela têm costumes diferentes dos seus, e isso acaba trazendo problemas, que podem mais tarde provocar uma atitude drástica, como por exemplo, o fim de um relacionamento.
Entretanto, apesar de esse amor trazer consequências graves, não é legal que ele seja deixado de lado, pois além de ser um ato de extrema covardia, pode causar não só a infelicidade do casal como também a de todos que compadecem do sofrimento deles.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Ecumenismo Religioso

Falar sobre esse tema, mesmo em pleno século 21, é ainda um assunto delicado.
Quando a religião serve como pano de fundo para a resolução de questões do cotidiano, mesmo que necessariamente não se lide com a fé , acaba interferindo nas decisões que devem ser tomadas.
Muitas são as facetas religiosas; como também muitas (e diferentes) são as interpretações que se dão aos vários textos ligados às manifestações religiosas.
O que muita gente infelizmente ainda não percebeu é que os principios básicos de todas as religiões, como, por exemplo, a caridade, podem e devem ser praticados sempre, como forma de se combater a intolerância religiosa.