Aproximadamente às 23 horas e 55 minutos de Domingo, não só eu como o resto do mundo foi surpreendido por uma notícia que parecia inacreditável depois de tantos anos de procura: Osama Bin Laden, a pedra número 1 no sapato dos Estados Unidos finalmente apareceu, só que morto.
Essa notícia parece até aquelas de e-mail que vem com vírus, mas é verdade, pelo menos até que se prove o contrário. O líder da Al Quaeda foi assassinado quase 10 anos depois liderar os ataques às Torres Gêmeas do World Trade Center, no dia 11 de Setembro de 2001.
Eu sei que parece estranho, mas o que mais me impressiona nessa história, que por sinal está muito mal contada, não é a morte dele e sim a reação das pessoas em relação a isso e, principalmente a maneira como a imprensa está cobrindo esse acontecimento, pois parece que estão falando de uma vitória no esporte e não da morte de um ser humano.
Alguns minutos após a confirmação da morte do Líder Terrorista, o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez um pronunciamento para praticamente todo o mundo. Durante o discurso, ele deixou bem claro o quanto estava feliz com a morte do homem que deixou uma cicatriz incurável nos corações americanos, pois podemos até mesmo afirmar que a história dos Estados Unidos se divide em antes e depois de Osama Bin Laden.
Como se isso não bastasse, às pessoas não têm o menor pudor de declarar publicamente que gostaram da morte de Bin Laden. Um bom exemplo disso é Hebe Camargo, que disse em seu programa dessa semana, na Rede TV, que o terrorista “já foi tarde”. O único problema é que pessoas como essa estrela decadente se esquecem que assim como foi ele que morreu, poderia ser uma pessoa da família delas.
Tudo bem que ele não era uma boa pessoa, matou muitos inocentes e causou muito sofrimento pelo mundo afora, mas é justo comemorar a morte de uma pessoa? Como essas pessoas que hoje falam com alegria da morte desse homem se sentiriam se fossem da família do falecido e vissem demonstrações públicas de felicidade por causa da morte do parente delas?
Porém, apesar de sabermos que a morte de Osama é um fato consumado, algumas perguntas continuam sem resposta (ou tiveram respostas bem estranhas), como por exemplo, Por que jogaram o corpo no mar? Barack Obama teria apressado esse assassinato para melhorar sua popularidade e garantir sua reeleição através de uma bela jogada de marketing? E já que os Estados Unidos está se exibindo tanto com essa sua “vitória”, por qual motivo não divulgaram fotos dele morto?
E também, vamos combinar que aquela desculpa esfarrapada de “não vamos divulgar as fotos para não incitar a violência” pode (e de fato deve) ser classificado como patético, principalmente por essa frase ter saído da boca de um Presidente cujo país que nem ao menos sabe o que são Direitos Humanos, uma vez que já matou tanta gente, invadiu países e os destruiu completamente com base em mentiras em que praticamente o resto do mundo acreditou (Essa justificativa de Obama já levantou até suspeitas de que Bin Laden possa estar vivo).
E por fim, a pergunta que não quer calar porque realmente deveria ser a maior preocupação: Será mesmo que o grupo Al Quaeda não vai fazer nada para vingar morte de seu líder ou estamos nos aproximando cada vez mais do início de uma série de ataques terroristas em caráter de represália ao assassinato de Osama Bin Laden?
E você, o que acha da morte de Bin Laden? Deixe seus comentários!
Com certeza .
ResponderExcluirNa minha opinião Obama realmente mentiu para conseguir continuar no cargo pois logo após todo o mundo saber da morte de Bin Laden os jornais começaram a publicar o aumento da popularidade de Obama . Talvez seja isso mesmo que ele queria mas idependente de estar morto ou não Bin Laden vai continuar entre todos pois o sentimento de raiva de seus companheiros não vai mudar e ataques realmente irão acontecer .
Então Gian, o problema é que parece que na hora de matar o Bin Laden, ninguém se deu conta de que as consequências disso podiam ser bem piores do que o 11 de Setembro.
ResponderExcluirRealmente, as pessoas esquecem que mesmo tendo feito o que fez, ainda se trata de um ser humano!
ResponderExcluir