O casamento, nos traz a idéia de união, divisão de tarefas, sentimentos,modo de pensar, família e entre outros. O que nem sempre podemos definir como um ato que nos traga felicidade, pois a religião muitas vezes junta ou separa pessoas, pelo modo de pensar,agir,praticar.
O que quero dizer é que por mais que duas pessoas se amem, mesmo que seja amor de verdade, as vezes não basta. A religião tem uma grande participação, um grande peso no relacionamento (é claro que para aqueles que a seguem e que dão importância ao pensamento de seus familiares).
Como foi citado no outro post pela amiga Deborah Duarte, muitas vezes a diferença de religião cria uma discriminação entre familiares, e assim tornando uma situação de difícil convivência, pois acarretam milhares de oposições e o que realmente interessa fica por ultimo, o amor. Um exemplo muito explícito é visto na novela "O CLONE", a personagem Jade ( interpretada pela Giovanna Antonelli) e Lucas (interpretado pelo Murilo Benicio), vivem uma paixão às escondidas, proibida, isso acontece devido a imposição feita pela religião mulçumana que Jade segue a risca - para quem não assiste novelas, Jade é mulçumana - e sua religião não aceita o casamento com pessoas de outros costumes,religiões.
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As igrejas se referem ao conjugue desigual para evitar conflitos futuros entre o casal. Não que seja proibido, mas se a moça ou rapaz possuí em sua crença, reverências não entendida pelo outro, por mais que existe o amor e ele seja verdadeiro, mais tarde isso pode acarretar brigas e no lugar em que se tem confusão a paz não prospera. Para evitar problemas futuros é que se mantêm esse ensino dentro das igrejas. Já no exemplo da religião mulçumana as mulheres não têm participação nas decisões, na própria cultura do país essa é a religião que predomina entres as demais e leva a mulher à submissão mesmo que forçado. Porém o verdadeiro amor não prende e nem força ninguém, não reprimi e não escraviza sentimentos.
ResponderExcluirBom, é essa a minha opinião.
Eliane Costa
Concordo que a igreja se refere ao conjugue desigual para evitar conflitos e mantêm esse ensino, porém isso interfere muito na opinião de seus fiéis, levando muitas vezes a anular seus sentimentos.
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