Quando nascemos, se os pais pertencem à religião católica, os filhos são batizados, depois normalmente impõem que eles façam primeira comunhão e crisma, ou seja, somos inseridos naquele meio sem se quer ter opinião se gostamos ou não daquela comunidade.
Em religiões como as igrejas Presbiterianas e de Cristo as pessoas escolhem quando e se serão batizadas. Normalmente se batizam adolescentes e adultos. A fé não é imposta, as crianças crescem no mesmo ambiente religioso que os pais, fazem partes de escolas bíblicas e de grupos de jovens, mas não se obriga o jovem a nada.
Mas a nossa reflexão é a seguinte: até que ponto vale a pena obrigar as crianças a fazerem parte de um certo ambiente religioso? Nem sempre o que é imposto é seguido verdadeiramente. Por isso, acaba que muitas pessoas se consideram de uma certa religião, mas não praticantes.
Será que não está aí à chave para a crescente perca de fiéis da igreja católica, e a migração para outras religiões?
Sendo a religião uma maneira do indivíduo enxergar e compreender um mundo invisivel e metafísico, acredito que estamos em constantes mudanças em relação às nossas atitudes.
ResponderExcluirPor isso, creio que, embora haja influência dos pais na escolha religiosa (mas também na questão moral), a medida que ocorre o desenvolvimento individual e surgem dúvidas em relação a uma possível questão metafísica, o jovem passa a buscar novas explicações.Isso pode ocorrer também com os pais
Sim Gustavo, eu acredito que o mundo está em um momento de transição, e por conta disso, os valores das pessoas estão mudando e assim há a possibilidade de pais e filhos encontrarem novos caminhos em vários aspectos, como por exemplo, na religião.
ResponderExcluirEntretanto, acho que os pais já não têm tanta influência sob os filhos, pois é cada vez mais comum que crianças e adolescentes confiem mais no que veem na internet do que em seus parentes.
Nossa, isso é meio difícil de se falar, mas sabe, os pais devem ensinar aos filhos o caminho em que devem andar, mas os filhos, quando crescem, mudam de opção, pois nem sempre os pais estão certos, mas dizem que estão. No que temos que crer é que, essas crianças quando crescerem, conheçam o verdadeiro caminho né, aquele que liberta, pois, no novo testamento diz, "conheceis a verdade e ela vos libertará". Então é isso aí, rsrsrs
ResponderExcluirEu concordo com você Cauê, mas o problema é que hoje em dia, há pais que se preocupam tanto com seus problemas que acabam esquecendo de ensinar coisas importantes aos filhos e também de dar carinho e atenção a eles.
ResponderExcluirNossa ,concordo plenamente com tudo que você escreveu ,não adianta nada impor algo a seus filhos se no futuro eles não vão seguir.
ResponderExcluirBom, eu discordo um pouco da sua visão e opinião. Você deu a entende que o "crente" escolhe quando se batiza? Negativo. Não escolhemos, batismo é algo muito importante na vida, então pra se batizar tem que ser linha reta na igreja, diferente dos católicos. Pra se batizar na igreja evangélica você tem que primeiro participar da escola dominical e depois os obreiros te orienta, isso antes dos 16 anos, já depois disso você só se batiza casado. Ou seja, não é ir lá e se batizar... Isso é um assunto muito delicado, pra se falar disso tem que ter um estudo sobre a situação.
ResponderExcluirAté o ponto em que a criança começa a ter seus proprios ideais e ver o mundo com seus proprios olhos a religião pode até influenciar. A aprtir disso, é cada um por si e Deus contra todos!
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